quarta-feira, 23 de abril de 2008

Mecanismos da evolução (continuação)

Darwinismo

Queridos visitantes:
Esta semana coube-me a mim a tarefa de publicar o artigo no blog sobre o Darwinismo, que é, como sabemos, uma das teorias da evolução...





Charles Robert Darwin (1809-188), um naturalista inglês, pertencente a uma família abastada , cresceu com as transformações sociais e culturais do séc. XIX, onde a visão evolucionista começava a ter seguidores.

As ideias de Darwin basearam-se num conjunto de dados e informações recolhidas ao longo de mais de 20 anos. Este conjunto de informações foram englobadas num conceito: o Darwinismo.

Este conceito é uma teoria que se baseia na opinião de alguns autores como Charles Lyell(que refere que as leis naturais são constantes no tempo e no espaço; que se deve explicar o passado a partir dos dados do presente; e que na longa história da Terra decorreram permanentemente mudanças geológicas lentas e graduais), Thomas R. Malthus (que defendia que, se factores externos, como doenças e falta de alimento, não limitassem o crescimento da população humana, esta duplicaria de 25 em 25 anos pois a população tende a crescer para além das possibilidades do meio para a sustentar, ou seja, cresce exponencialmente, enquanto que os recursos alimentares em progressão aritméticas) e na influência da Biogeografia (que depois de ter analisado todos os resultados recolhidos nas ilhas Galápagos, concluiu que as ilhas foram povoadas a partir do continente americano e que as características particulares da cada ilha condicionaram a evolução de cada espécie e daí a sua diferenciação) e, principalmente na experiência que ele próprio possuia (como criador de pombos intervindo em processos de selecção artificial) e no conceito de "Selecção Natural", que é a base desta teoria.

Selecção Artificial realizada por Darwin


A selecção natural é um conceito que Darwin utilizou muito, pois defende que em cada geração uma boa parte dos indivíduos é naturalmente eliminada porque se estabelece entre eles uma “luta pela sobrevivência”, devido à competição pelo alimento, pelo refugio e pelo espaço e à capacidade de fuga aos predadores; sobrevivem os individuos mais aptos e estes passam aos seus descendentes as caracteristicas que os permite sobreviver.


A teoria de Darwin gerou na comunidade cientifica, na Igreja e na sociedade uma grande controvérsia.

Darwin, contudo, e como muitos evolucionista de hoje, não viu razão para admirar menos um Criador que, ao invés de um acto único de criação, está continuamente presente nas leis que regem a Natureza.




Até para a próxima.....=D ****

Sílvia

domingo, 20 de abril de 2008

Mecanismos de evolução


Evolucionismo versus fixismos


Até meados do século XIX a diversidade do mundo vivo era explicado de acordo com uma concepção resultante da interpretação dos textos bíblicos. Segundo esta interpretação, os seres vivos são o resultado de um acto divino, mantendo-se as diferentes espécies inalteradas ao longo do tempo desde o momento da sua criação. Esta explicação, conhecida como fixismo,considera a Natureza como um sistema ordenado,estável, onde cada forma viva, é criada para uma determinada finalidade e encontra-se perfeitamente adaptada.

Foi neste século que as ideias transformistas ganharam força e acabaram por impor o evolucionismo como paradigma da origem e diversidade das espécies. De entre os principais defensores das ideias de evolução destacam-se Lamarck e Darwin. As suas teorias defendem a existência de antepassados comuns a todos os seres vivos e a modificação lenta e gradual das espécies ao longo do tempo, diferindo nos mecanismos propostos para explicar o processo evolutivo. Como o evolucionismo defende que as espécies evoluem e dão origem a novas espécies, podemos constatar que se opõe completamente ao fixismo. Contudo esta oposição provoca, ainda hoje, debates, onde argumentos de natureza científica são confrontados com argumentos de natureza religiosa.

Após esta breve síntese, vou aprofundar o tema Lamarckismo.

Em 1809, Jean Baptiste Lamarck propôs uma explicação para a evolução dos seres vivos, que se baseava fundamentalmente em dois princípios:

* Lei do uso e do desuso

Lamarck considerava o ambiente como o principal agente responsável pela evolução dos seres vivos. Desta forma, a necessidade que os seres vivos sentem de se adaptar a novas condições ambientais, resultantes de alterações do ambiente, conduz ao uso ou ao desuso contínuo de certos orgãos. Deste modo, a função que o orgão desempenha acabará por determinar a sua estrutura como adaptação ao meio. Tendo em conta este princípio é possível referir dois exemplos:

- A toupeira, pelos seus hábitos subterrâneos, faz pouco uso da visão, o que tornou os seus olhos pequenos e pouco funcionais - atrofia do orgão sob a influência do meio.

- O pescoço alongado da girafa foi obtido graças ao hábito de este animal alongar a cabeça em busca das folhas de certas árvores de que se alimenta - desenvolvimento do orgão pela necessidade de adaptação ao meio.


*Lei da herança de caracteres adquiridos

Lamarck considerava que as transformações sofridas, provocadas pelo ambiente, quer no sentido do desenvolvimento do orgão quer da sua atfrofia, eram transmitidas à descendência. Essas pequenas transformações, ao acumularem-se ao longo de gerações sucessivas, provocariam o aparecimento de novas espécies, funcionando assim como o principal factor de evolução.


Podemos concluir que a teoria de Lamarck, apesar de considerar o fenómeno de adaptação ao ambiente, é bastante contestada, pois se é certo que o uso desenvolve as estruturas - lei do uso-, já não é certo afirmar-se que a descendência herdará essas estruturas com esse grau de desenvolvimento - lei da herança dos caracteres adquiridos. Hoje sabe-se que nenhuma alteração dos orgãos provocada por factores ambientais se transmite à descência, o que retira suporte à hipótese de Lamarck. Apenas se pode afirmar que as únicas alterações que se transmite à descendência são as que modificam o material genético dos gâmetas.


Até para a semana! * Juliana

quarta-feira, 2 de abril de 2008

O Princípio do Fim...

Saudações queridos visitantes!!!



É com muito orgulho que nos apresentamos de novo ao trabalho neste 3º e último período. Nesta derradeira etapa do nosso projecto pretendemos utilizar os mesmos métodos de trabalho do período passado já que se mostraram bastante eficazes e produtivos.
Assim, teremos como base a divisão de tarefas por todos os elementos do grupo com o objectivo de conseguirmos melhores resultados.


Este período pretendemos aprofundar temas como: as teorias que explicam a evolução humana e as tecnologias do futuro, descortinando um pouco daquilo que o homem poderá usufruir nas próximas gerações. Iremos também centrar-nos na divulgação do nosso projecto à comunidade escolar, através de uma pequena exposição, e na elaboração da apresentação final do nosso trabalho que será uma síntese das matérias desenvolvidas ao longo do ano.

Só nos resta trabalhar para alcançar todos os nosso objectivos e cumprir com todas as nossas funções de modo a fazer surgir um magnífico trabalho fruto do nosso esforço, empenho e dedicação, que será sem duvida um marco final no nosso percurso estudantil e ao mesmo tempo a certeza de que a nossa missão não acaba aqui...

Agradecemos a todos o apoio que nos têm demonstrado. Prometemos que não os iremos decepcionar!

Com os melhores cumprimentos do grupo* =D

quarta-feira, 5 de março de 2008

Consequências da evolução humana



Será o Homem uma doença planetária?!

Esta pergunta não deixa ninguém indiferente, dada a pertinência da mesma. Senão vejamos: se considerarmos o Homem como cancro e o meio ambiente como tecido saudável, então a história das actividades humanas revela as quatro características principais dessa doença:


  • Crescimento rápido e descontrolado;


  • Invasão e destruição do tecido adjacente (ambiente);


  • Metásteses (colonização e urbanização);




  • Indiferenciação (homogeneização e globalização da cultura);

    Esta analogia pode parecer descabida e absurda à primeira vista mas é espantosamente correcta. Assim, não é difícil imaginar o impacto negativo que tudo isto traz para o meio ambiente, já que a poluição vai contribuir para o esgotar dos recursos humanos.

    O crescimento exponencial da população tem contribuído de forma determinante para a diminuição dos recursos naturais.

    Assim a pergunta impõe-se: quanto tempo mais pode a população humana crescer, até que encontre limitações ambientais?

    Segundo os últimos estudos, o crescimento populacional tem que ser travado muito rapidamente, para evitar a ruptura. No entanto as estimativas apontam para um crescimento da população.

    Então qual o preço a pagar?

    A resposta é difícil, mas óbvia. Esta situação vai conduzir à pobreza, pois o número excessivo de pessoas reduz o seu padrão de vida. Além disso, o excesso de população diminui o dinheiro disponível para investimentos na educação, equipamentos e outras necessidades para o desenvolvimento económico.

    Mas até que ponto os detentores do poder estão dispostos a abdicar dos seus interesses económicos/indivíduais?

    A história tem-nos provado que o homem nunca conseguiu gerir eficientemente nada por muito tempo. Ou seja, a tendência humana teima em pensar apenas no aqui e no agora, deixando os problemas para depois, um depois que, muitas vezes, já não tem retorno.

    Será, então, que estamos a caminhar para um beco sem saída?

    Deixo a pergunta em aberto para uma reflexão pessoal/individual.

    Até para a semana!

    Juliana*



  • quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

    Evolução Tecnológica

    Esta semana, vou falar acerca da evolução tecnológica, resultando desta o Mundo Moderno, no qual vivemos.



    No mundo Moderno a tecnologia está à nossa volta. Automóveis, computadores, naves espaciais, raio X, câmaras de filmar, microondas, etc. O mundo de hoje é uma aldeia global onde as pessoas podem comunicar e trabalhar em qualquer lugar. A tecnologia tem o seu lado negro. São exemplos disso a energia nuclear e a contínua poluição da atmosfera.

    O ser humano, dotado da sua inteligência, procurou formas, durante toda a história, de vencer os obstáculos impostos pela natureza. Desta forma, foi desenvolvendo e inventando instrumentos tecnológicos com o objectivo de superar dificuldades. Podemos dizer que "a necessidade é a mãe das grandes invenções tecnológicas" ...


    Aproveito,então, para vos mostrar alguns dos mais importantes feitos, consequentes da evolução tecnológica, ao longo dos tempos:


    1291 - Na Itália surgem os primeiros espelhos.


    1454 - O alemão Johann Gutenberg inventa a máquina chamada de Imprensa.
    Com está máquina o homem passou a produzir de forma mais rápida e eficiente, os livros. Esse invento causou uma revolução na cultura da época.

    1590 - O holandês Zacharias Janssen fabrica o microscópio, utilizando técnicas usadas na fabricação de lentes para óculos.

    1592 - O astrónomo e inventor italiano cria o primeiro termómetro utilizando o sistema de água para a medição de temperatura.

    1712 - O engenheiro inglês Thomas Newcomen inventa a máquina a vapor.

    1876 - O americano Alexander Graham Bell inventa o telefone, possibilitando a comunicação entre pessoas situadas a longas distâncias.

    1901 - É criado o rádio pelo italiano Guglielmo Marconi.

    1903 - Os irmãos Wright pilotam o primeiro avião.

    1945 - Os EUA detonam no deserto do Novo México a primeira bomba atómica.1947 - A televisão começa a chegar nos lares de pessoas de todo o mundo.

    1961 - É lançada a Vostok, a primeira nave espacial tripulado por ser humano a sair da atmosfera terrestre.

    1977 - É lançado nos Estados Unidos o primeiro telemóvel.

    1978 - Nasce o primeiro bebé resultante de fertilização artificial (bebé proveta), em Inglaterra.

    1979 - É inventada uma nova técnica que revolucionou a indústria de gravação, o CD (Compact Disk). Num pequeno disco de 12 centímetros pode ser armazenada mais de uma hora de música.

    1981 - É diagnosticada a SIDA. Começou por aparecer em grandes cidades em grupos de homossexuais ou que usavam drogas intravenosas mas rapidamente apareceram outros grupos de risco como os hemofílicos, prostitutas, etc.

    1984 - Os cientistas descobrem um buraco de ozono na Antárctida. Surge a preocupação dos raios ultravioletas mortais conseguirem chegar à terra causando o cancro.

    1997 - Surge um sinal de alerta quando se torna pública a notícia da clonagem de uma ovelha a que foi dado o nome de Dolly.

    1998 – São lançados os primeiros DVDs.

    1999 - A Internet cresce no mundo todo em velocidade impressionante. Os arquivos de MP3 começam a ser usados e transmitidos pelas ondas da Internet.


    É incrível como a nossa sociedade tem evoluído ao longo dos tempos! A vida na Terra muda a um ritmo alucinante graças à evolução tecnológica que torna o nosso planeta cada vez mais poderoso, mais pequeno, e, também, mais perigoso...


    Até para a semana!

    Beijos, Ana Filipa*

    quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

    O Homem e a Religião



    Olá a todos! Esta semana coube me a mim , Sofia, partilhar com o nosso estimado público mais um artigo relacionado com o trabalho que estamos a desenvolver e em particular sobre a minha área de investigação neste projecto: a religião.

    O medo do desconhecido e a necessidade de dar sentido ao mundo que o cerca levaram o homem a fundar diversos sistemas de Crenças, Cerimónias e Cultos - muitas vezes centrados na figura de um ente supremo - que o ajudam a compreender o significado último da sua própria natureza.
    Mitos, Superstições ou Ritos Mágicos que as sociedades primitivas teceram em torno de uma existência sobrenatural, inatingível pela razão, equivaleram à crença num ser superior e ao desejo de comunhão com ele, nas primeiras formas de religião.

    Religião (do latim religio, cognato de religare, "ligar", "apertar", "atar", com referência a laços que unam o homem à divindade) é como o conjunto de relações teóricas e práticas estabelecidas entre os homens e uma potência superior, à qual se rende culto, individual ou colectivo, pelo seu carácter divino e sagrado. Assim, religião constitui um corpo organizado de crenças que ultrapassam a realidade da ordem natural e que tem por objecto o sagrado ou sobrenatural, sobre o qual elabora sentimentos, pensamentos e acções.
    Esta definição abrange tanto as religiões dos povos ditos primitivos quanto as formas mais complexas de organização dos vários sistemas religiosos, embora variem muito os conceitos sobre o conteúdo e a natureza da experiência religiosa.

    À medida que o homem passou a organizar a sua existência numa base racional, a multiplicidade de poderes divinos e sobre-humanos do primitivo animismo não conseguiu satisfazer a necessidade de estabelecer uma relação coerente com as múltiplas forças espirituais que povoavam o universo. Surgiram assim as religiões politeístas, panteístas, deístas e monoteístas, expressões das condições sociais e culturais de cada época e das características dos povos em que surgiram.

    Desde os finais do século XIX, e em particular desde a segunda metade do século XX, o papel da religião, bem como seu número de aderentes tem vindo a sofrer grandes alterações.
    Actualmente o Islão é a religião que mais cresce em número de adeptos, que não se circunscrevem ao mundo árabe, mas também ao sudeste asiático, e a comunidades na Europa e no continente americano.

    Com os cumprimentos do grupo*
    Sofia Costa


    segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008

    Consequências da evolução


    Ola pessoal!!

    Esta semana vou falar de um assunto um pouco diferente do que a minha colega Sílvia escreveu na semana passada, mas que não deixa de afectar a nossa sociedade...

    Na Pré-História ocorreram acontecimentos que levaram os povos nómadas a tornarem-se sedentários, acontecimentos como a agricultura, caça, o domínio do fogo,fizeram com que esses povos tivessem melhores condições de vida e começassem a viver em sociedade.
    Revoluções como a Industrial e Tecnológica levaram a muitas descobertas que melhoraram ainda mais a vida em sociedade e que hoje em dia contribuem para uma vida demasiado sedentária,pois as pessoas já não se precisam de deslocar para fazerem certas tarefas diárias,podem encomendar a comida,andam de carro,não fazem desportos e até se perdem os hábitos sociais de sair com os amigos.
    Esta sedentarização leva a muitos problemas nas populações urbanas. Vou exemplificar alguns desses problemas.
    • Transportes e trânsito- Engarrafamentos, lentidão, nervosismo, cansaço, são as consequências diárias do trânsito caótico que a maioria das cidades alcançou.
    • Poluição- Tanto a poluição atmosférica como a poluição sonora são dois terríveis problemas que as cidades da actualidade têm de enfrentar. As chaminés de algumas fábricas, os escapes de imensos veículos e outras tantas fontes poluentes, tornam a atmosfera urbana, muitas vezes, irrespirável. Além destas formas de poluição, convém igualmente não esquecer os lixos urbanos e os esgotos que, frequentemente, poluem os cursos de água.

    • Problemas sociais- Uma das razões do elevado crescimento urbano é a atracção que as cidades provocam nas populações de áreas rurais. Contudo as cidades não conseguem acomodar nem empregar todas essas pessoas que procuram na cidade a "ilusão" duma vida melhor. Forçados a sobreviverem e algumas vezes sem mais nenhum local para irem, surgem então os bairros de lata, sem condições, o desemprego, a carência de habitação, a promiscuidade, os assaltos, a droga, a prostituição, a delinquência juvenil, o alcoolismo, a desagregação familiar... Estes problemas afectam sobretudo certas minorias (étnicas, raciais e culturais) que ficam em situação de exclusão social e levam algumas vezes a casos de racismo e xenofobia.
    • Infra-estrutura- Com o crescente aumento das populações urbanas, as infra-estruturas construídas rapidamente ficam ultrapassadas e sem meios de satisfazer as necessidades urbanas. Consideram-se nestas infra-estruturas as redes de abastecimento de água e electricidade, as redes de escoamento de águas (esgotos), os cabos de comunicações, e até a dimensão das vias de comunicação (estradas). A maior parte destas estruturas foi feita para servirem um determinado número de habitantes que, rapidamente é ultrapassado. Deste modo, surgem com alguma frequência cortes de electricidade, falta de pressão nos canos de água, dificuldades em fazer chamadas telefónicas, e canos de esgoto que rompem, pois não aguentam a pressão elevada de água que neles circula. Como consequência, assiste-se cada vez mais a obras de beneficiação destas infra-estruturas, de modo a que estas funcionem correctamente, para um número de habitantes citadinos cada vez mais elevado.
    • Espaços verdes- O crescimento das cidades leva à destruição de vegetação para poder haver espaço para a construção de variados edifícios e vias de comunicação. Como tal, começam a existir cada vez menos espaços verde nas cidades e, eles, são um bem muito precioso, pois além de ajudarem a renovar e purificar o ar, são igualmente áreas de descanso e lazer.
    • Doenças- As situações de nervosismo e ansiedade que se vivem no trânsito das cidades (principalmente em horas de ponta), levam imensas vezes a situações de saturação e de stress. Isto pode ser o suficiente para originar outro tipo de doenças. A vida demasiado agitada também provoca, inúmeras vezes, a falta de tempo para preparar refeições adequadas, ou mesmo para saborear e digerir convenientemente as refeições.A má alimentação, o pouco exercício físico e a saturação, o stress e ansiedade, podem ser as causas mais prováveis de doenças cardiovasculares, obesidade, esgotamentos. Algumas formas de poluição, como a atmosférica e a sonora, também podem conduzir a doenças respiratórias (como a asma) e a perturbações psíquicas.

    Como podem ver estes problemas não são muito agradáveis para a nossa vivência nesta sociedade... Teremos que ter cuidados quanto a estes problemas,à nossa sedentarização em demasia e tentarmos resolvê-los para que um dia possamos viver saudavelmente...

    Deixo-vos a pensar...


    Com os meus cumprimentos


    Filipa